A Lógica Da Ação Coletiva: Bens Públicos E Teoria Dos Grupos

Sinopse

O original data de 1965. A obra sustenta que há uma série de bens públicos produzidos por organizações, associações e pelo Estado (defesa e educação, por exemplo) de que a sociedade se serve, embora nem todos contribuam para eles de forma equitativa (ou então são obrigados a fazê-lo, na forma de impostos, por exemplo). E, nalguns casos, as pessoas agrupam-se em associações, empresas, sindicatos, etc.; mas a motivação intrínseca é sempre um determinado tipo de incentivo e a expectativa do benefício que daí possa advir. Por outro lado, o Estado, as organizações e associações podem fazer-se pagar por esses bens e serviços de forma diversa (impostos, quotas, donativos, etc.) Conjugando análise económica, teoria social e sociológica, a obra foi pioneira no exame crítico das formas de organização em sociedade, na intervenção do Estado na mesma, e de que forma a lógica subjacente de organização coletiva (daí o título) cumpre os seus propósitos. O primeiro capítulo tem o enquadramento teórico, os restantes são análises de casos específicos: sindicatos, associações agrícolas, grupos de pressão (lóbis), etc.